Sim, eu sei que eu to a uma cara sem postar NADA, e me desculpo muito por isso, e vou tentar recuperar o ritmo do princípio do Crítica não tão construtiva, mas por ora eu devo estar um tanto ocupado com um pequeno projeto em conjunto com alguns amigos meus, então se eu conseguir postar uma vez por semana já me sera o suficiente... É claro que eu vou tentar atualizar como maior frequência, mas talvez não dê.
Agora, o que eu tenho a criticar, mas vai ser rápido: clichês! como todo mundo deve estar, eu já me cansei de ver as mesmas malditas cenas padrão, as velhas piadas prontas, os personagens arquetípicos, as tramas genéricas, os finais reciclados, as musiquinhas de sempre, a narrativa pré concebida, etc... E isso em tudo, não só na ficção, mas no jornalismo, na produção musical, e no meu hobby, o RPG; Não me agrada ver um monte de anões guerreiros rabugentos, assim como me agrada muito menos o clichê fora do seu contexto, como um samurai na europa medieval, o terrorista-padrão em uma história de FC, a "vítima da sociedade" num crime cometido por uma pessoa boa de vida, isso é ainda pior que o clichê comum...
Porém tenho que levar em consideração o seguinte: os clichês, esteriótipos e arquétipos, por mais "bunda" que sejam, certamente ajudam muita gente tanto a FAZER um livro, filme ou o que seja, quanto a ENTENDER o mesmo produto. Muitas pessoas não seriam capaz de entender quem é o herói, e quem é o vilão de uma HQ, por exemplo, se isso não lhes for jogado na cara; por isso que coisas como SMT, que não dá NADA mastigado para o "leitor", são tão raras, a grande maioria da população não conseguiria fazer as decisões propostas por esse jogo, sem que alguém lhe diga qual é "certa" e qual é "errada", coisa que em SMT não existe. Essa dicotomia entre Bem e Mal, é talvez o maior clichê de todos, o bandido e o mocinho, o herói e o vilão, são padrões prontos, e que raramente tem correspondente no "mundo real".
E algumas coisas, por mais cheias de clichês que sejam, são muito divertidas.
2 comentários:
Acredito que no mundo pouquissimas coisas conseguem não ser clichês... Tudo já foi dito, tudo já foi feito e essa frase tbém é clichê.
Afinal o que há de errado com eles - clichês? Sim, nada como uma boa dose de criatividade, mas nem sempre é possível e nem sempre isso é tão ruim...
Bj
É... o que não é clichê ainda, ou é inviável ou está fadado a tornar-se um em breve.
Achei muito bom o comentário da Francine aqui em cima.
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